Mudando sua alimentação

3 Principais benefícios em não consumir corantes e conservantes alimentares

janeiro 9, 2019
Não é novidade que ter uma alimentação saudável, na contemporaneidade, é um desafio enorme.
Em jornadas de trabalho cada vez maiores, com as horas perdidas no trânsito e com a correria para conciliar obrigações e hábitos saudáveis, fica cada vez mais difícil seguir a máxima do “desembale menos, descasque mais”.
Nesse ritmo, os alimentos industrializados e semiprontos tornam-se uma tentação. Mas, se você se preocupa com a saúde, provavelmente busca soluções práticas para desviar de refeições ricas em conservantes alimentares.
Neste post você vai conhecer 3 benefícios de investir em alimentos de verdade, ou seja, sem aditivos e conservantes. Acompanhe!

O que são corantes e conservantes alimentares?

É comum que façamos uma associação direta entre a palavra “conservantes” e algo que é essencialmente ruim para a saúde — e isso não é totalmente mentira. Mas vale a pena lembrar que nem sempre existiram geladeiras e refrigeradores, então era necessário preservar os alimentos de alguma forma.
A grande diferença é que, no passado, usava-se principalmente sal, açúcar, fumo, vinagre e vinho nesse processo e, atualmente, existem também aditivos químicos.
Basicamente essas substâncias servem para realçar o sabor ou aumentar o prazo de validade dos produtos, principalmente por meio de ação antimicrobiana.

Quais os benefícios dos alimentos naturais?

1. Educam nosso paladar

Determinados aditivos, como os corantes, ajudam a realçar a cor, o sabor e a textura de alimentos industrializados. Embora alguns deles sejam naturais, como o colorau, a indústria usa e abusa de sintéticos. Isso faz com que sintamos menos prazer ao ingerir um alimento natural, já que o paladar se acostuma com os contrastes exagerados artificiais.
Por exemplo, o que exatamente faz com que uma maçã rapidamente fique escura após ser cortada? O oxigênio presente no ar reage com a maçã, acelerando o processo de degradação, já que essa molécula é essencial para a multiplicação de organismos vivos.
Por isso, a indústria utiliza conservantes alimentares da classe dos antioxidantes, sendo o principal deles o ácido ascórbico (vitamina C). Uma boa dica é apostar nos alimentos naturais e conservá-los com gotinhas de limão, que são ricos nessa vitamina.

2. São mais nutritivos

Durante o processamento industrial, vitaminas, minerais, fibras e água dos alimentos são perdidos. Por isso, os nutrientes são mais bem aproveitados pelo sistema nervoso, muscular e imunológico, por exemplo, quando vêm de fontes naturais.
Uma das estratégias mais utilizadas para inibir o crescimento de micróbios é a desidratação por meio da adição de cloreto de sódio (sal): já pensou em quanto sal você está ingerindo sem perceber e quais as consequências disso em longo prazo?
Faça a experiência: pegue um alimento industrializado em casa e olhe o rótulo. Quantos ingredientes da lista você não conhece? Sorbato de potássio, benzoato de sódio, dióxido de enxofre, parabenos, nisina, natamicina…
Muitos compostos dessa lista imensa estão contidos em alimentos que acreditávamos ser saudáveis, como pães integrais, molhos, barrinhas de cereais e massas. Quando isso acontecer, lembre-se do ditado: “não coma nada que a sua avó não reconheça como comida”. Aposte em snacks saudáveis e cardápios que preservam os nutrientes dos alimentos.

3. São melhor metabolizados pelo organismo

Embora a comunidade científica venha estudando mais sobre os riscos dos conservantes alimentares, muitos deles só são conhecidos em modelos animais, sobretudo porque podem ocorrer reações complexas entre as substâncias.
Além disso, seus efeitos podem ser somados ao estresse e ao sedentarismo, produzindo resultados nocivos à vida e ao comportamento, principalmente em crianças.
Embutidos como a salsicha, por exemplo, são ricos em nitritos e nitratos, que previnem o crescimento de microrganismos e, ao mesmo tempo, intensificam o sabor e a cor dos alimentos.
Quando metabolizadas em grandes quantidades, essas substâncias geram um subproduto, as nitrosaminas, que podem ter efeitos tóxicos para o organismo. Além disso, a proteína presente nesse tipo de carne é de baixíssimo valor biológico quando comparada às carnes não processadas.
Já os alimentos sem conservantes alimentares são mais saudáveis porque contêm apenas compostos orgânicos. Isso significa que eles não têm alterações químicas de sabor e cor próprios para serem processados pelo organismo sem gerar metabólitos que podem se acumular em nossas células.
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